29 de dezembro de 2009
28 de dezembro de 2009
Ciranda da Bailarina - Chico Buarque (Composição: Edu Lobo / Chico Buarque)
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Verruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem
Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina
Ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem
Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem
Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem
Todo mundo tem...
27 de dezembro de 2009
Preparação para a Liderança...
24 de dezembro de 2009
Forte o Bastante
ENTENDENDO O QUE É DESERTO
Sempre que falamos de deserto, pensamos em um lugar em que não temos recursos, nos sentimos sós e perguntamos também: "porque estamos aqui? Será que Deus não poderia me tratar de outra forma?"
Deserto não é um lugar de punição e reprovação. Não significa rejeição, mas preparo divino. "Eis que vou adiante, mas não está ali; volto para trás, e não o percebo; procuro-o à esquerda, onde ele opera, mas não o vejo; viro-me para a direita, e não o diviso. Mas ele sabe o caminho por que eu ando; provando-me ele, sairei como o ouro." (Jó 23.8-10).
Um sintoma muito comum que se manifesta no deserto é que parece não acharmos a Deus. Para aqueles que obedecem a Deus, o deserto não é lugar de derrota: Jesus, mesmo fraco e faminto derrotou a satanás com a Palavra de Deus.
Outros aspectos importantes do deserto:
1. Deus nos expõe eliminando nossas impurezas (Pv. 25.4)
Quantas vezes achamos que Deus não nos ama quando somos expostos de alguma forma, mas pare e pense quantas vezes Deus falou com você sobre essa área de sua vida e você não deu ouvidos, não deu a devida atenção. Dói muito se expor.
3. Tester nossa obediência em longo prazo
Como é importante manter a visão que Deus compartilhou conosco. Perseverança produz caráter e caráter perseverança. Deus não é intolerante nem perfeccionista. O mais importante da vitória é mantê-la!
Devemos entender que estar no deserto é apenas um tempo para sermos treinado por Deus. O processo é doloroso, muitas vezes, leva muito tempo, mas quando olhamos o belo resultado, vemos que tudo valeu a pena.
ENTENDENDO O QUE É DESERTO
Sempre que falamos de deserto, pensamos em um lugar em que não temos recursos, nos sentimos sós e perguntamos também: "porque estamos aqui? Será que Deus não poderia me tratar de outra forma?"
Deserto não é um lugar de punição e reprovação. Não significa rejeição, mas preparo divino. "Eis que vou adiante, mas não está ali; volto para trás, e não o percebo; procuro-o à esquerda, onde ele opera, mas não o vejo; viro-me para a direita, e não o diviso. Mas ele sabe o caminho por que eu ando; provando-me ele, sairei como o ouro." (Jó 23.8-10).
Um sintoma muito comum que se manifesta no deserto é que parece não acharmos a Deus. Para aqueles que obedecem a Deus, o deserto não é lugar de derrota: Jesus, mesmo fraco e faminto derrotou a satanás com a Palavra de Deus.
Outros aspectos importantes do deserto:
1. Deus nos expõe eliminando nossas impurezas (Pv. 25.4)
Quantas vezes achamos que Deus não nos ama quando somos expostos de alguma forma, mas pare e pense quantas vezes Deus falou com você sobre essa área de sua vida e você não deu ouvidos, não deu a devida atenção. Dói muito se expor.
2. Testar nossas reações espontâneas (Tg. 1.3-4)
Domínio próprio. Precisamos aprender a amortecer choques; não podemos ser escravos das circunstâncias.
3. Tester nossa obediência em longo prazo
Como é importante manter a visão que Deus compartilhou conosco. Perseverança produz caráter e caráter perseverança. Deus não é intolerante nem perfeccionista. O mais importante da vitória é mantê-la!
Devemos entender que estar no deserto é apenas um tempo para sermos treinado por Deus. O processo é doloroso, muitas vezes, leva muito tempo, mas quando olhamos o belo resultado, vemos que tudo valeu a pena.
(Extraido do livro 'Quando Deus me pediu as sapatilhas')
2 de dezembro de 2009
Oração da dança...
1 de dezembro de 2009
PARA VOCÊ QUE DANÇA MEDITAR...
PERGUNTAS IMPORTANTES PARA MEDITAR
Há algumas perguntas que nós adoradores sempre devemos tentar responder, para o bem de nossa função na igreja do Senhor:
1. ESTE É O MEU LUGAR?
Quando estamos no lugar certo, ficamos carregados de alegria, peoduzimos, servimos e geramos frutos do nosso trabalho. Queremos sempre estar onde estamos, porque é o lugar do nosso coração.
2. VOU HONRAR O COMPROMISSO ASSUMIDO COM DEUS E MEUS IRMÃOS?
Estar comprometido efetivamente com algo demonstra nosso caráter, nossa responsabilidade e , sobretudo, nosso Amor a Deus e nossos irmãos.
3. VOU BUSCAR EXCELÊNCIA?
Muitas vezes, por nossa vaidade, acontece de dizermos: " Já sei a coreografia" e " não preciso ensaiar". Estas são atitudes orgulhosas e esgoístas que devemos evitar se quisermos atingir excelência no que fazemos.
4. VOU HONRAR HORÁRIOS?
Esta é uma das tarefas mais difíceis que temos a cumprir. A falta de disciplina em relação a horários atrapalha e dificulta os ensaios, prejudicando todo o grupo. Procure sempre se organizar para honrar horários.
5. VOU RESPEITAR E ACATAR AS LIDERANÇAS?
Se não houver ordem e respeito nessa área, o ministério certamente encontrará seu fim. É preciso que nosso trabalho esteja sempre alinhado com as determinações e orientações da liderança da igreja na qual ministramos, a fim de que se mantenha a linearidade das atitudes e discursos.
6. VOU ABENÇOAR O GRUPO?
Tudo o que fazemos, como adoradores, deve servir como uma benção que atinja a todos do grupo. Viver em comunhão faz toda a diferença quando ministramos.
Extraído do livro É Tempo de Dançar.
